A Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO 2) deflagrou, na manhã desta sexta-feira, 16 de agosto, a Operação Sutura. O objetivo é cumprir medidas cautelares de busca e apreensão, afastamento de função pública, sequestro e indisponibilidade de bens, entre outras providências judiciais, no âmbito das investigações que apuram fraudes no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município da Capital.

As investigações indicam que uma empresa do ramo de fonoaudiologia, credenciada exclusivamente para a prestação de serviços básicos de saúde, passou a faturar procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, em desacordo com os termos contratuais, além de praticar superfaturamento. O esquema criminoso envolvia servidores públicos do IPAM e particulares, mediante manipulação de sistemas informatizados.

Estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nos municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim, além de medidas judiciais de afastamento de agentes públicos de suas funções, bem como sequestro e indisponibilidade de bens, visando assegurar a reparação do dano e a efetividade da persecução penal.

A operação conta com o apoio do Departamento de Combate à Corrupção (DECO), do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público e da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil de Rondônia, além de diversas delegacias de polícia.

Fotos: Ilustrativas

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